Vinte
e sete meses fluem lepidamente quando a felicidade anima os passos. A Academia
Internacional de Maçons Imortais aspira felicidade e expira protagonismos com
toda vivacidade do termo e para o progresso de todos os confrades que a dotam
de força – boa-vontade em manifestar prodígios –, de beleza – abnegação em
servir sempre o melhor – e sabedoria – amor a bem da cultura que anima com galhardia.
A
AIMI funciona como um laboratório cultural maçônico com reuniões plenárias
bimensais em formato virtual, conforme rege o Estatuto Social que a instrui. Seu
presidente, atualmente é Helio Pereira Leite, e a ata de fundação foi
regularizada no sexto dia do terceiro mês do ano dois mil e vinte e cinco 2025,
embora suas atividades tenham tido início no trigésimo primeiro dia do quinto
mês do ano dois mil e vinte e quatro.
A
AIMI é uma entidade civil, sem fins lucrativos, de direito privado, com sede em
Brasília (Setor Residencial Vicente Pires, Taguatinga), e seu traço mais
distintivo é a independência institucional: não está vinculada a nenhuma
Potência Maçônica Regular brasileira, o que a diferencia de academias maçônicas
tradicionais que costumam operar sob o guarda-chuva de uma Grande Loja e/ou
Grande Oriente e/ou Grande Oriente Independe.
A
AIMI é composta por 50 cadeiras em caráter vitalício, cada uma com
um patrono – que pode ser maçom ou não, desde que seja uma figura
exemplar. Diferentemente de outras academias, os fundadores tiveram
o direito de escolher o nome do patrono da própria cadeira, em vez de
receber uma lista predefinida. As categorias de membros incluem:
- Fundadores – vitalícios e imortais, signatários da Ata de Fundação;
- Efetivos – admitidos por proposta de, no
mínimo, dois membros;
- Beneméritos – por relevantes serviços
prestados, sem limite de número;
- Honorários – por mérito, sem limite de
número;
- Correspondentes – mantêm correspondência
com a academia; e
- Adormecidos – por descumprimento das
normas estatutárias.
A
escolha dos patronos reflete a ecletismo que o presidente Helio Pereira Leite
descreveu na Ata de Fundação: "uma plêiade de eméritos e valorosos
Confrades Maçons que se destacam no cenário nacional". O leque vai de
figuras da maçonaria (Paulo Menotti Del Pichia, Léo Reister) a compositores
(Pinheirinha, Castro Alves), políticos (Winston Churchill, Deodoro da Fonseca,
Pedro II) e pensadores (Allan Kardec, Machado de Assis) — o que confirma o
caráter cultural e não estritamente ritualístico da entidade.
A AIMI, como já dito antes, reúne-se virtualmente (plataforma Zoom), com recesso em dezembro e cerimônia de encerramento/posse em novembro. O número de membros já ultrapassava 193 no momento do I Congresso Nacional das Academias Maçônicas de Letras (CONAMA), em Caldas Novas, Goiás. Dispondo-se a ser "laboratório cultural maçônico", ela manifesta os seguintes objetivos:
- Congregar maçons dedicados às Artes e
Letras;
- Estimular a produção cultural em diversas
mídias (livros, revistas, antologias, palestras, seminários, cursos online e
presenciais, plataformas digitais);
- Promover a cultura maçônica por meio de
concursos literários, conferências e debates;
- Manter biblioteca e revista (mesmo que
virtuais); e
- Publicar uma Antologia Histórica em
formato e-book, com informações dos 50 patronos – projeto inicial destacado
pelo presidente na própria Ata de Fundação
A
AIMI se notabiliza numa onda de academias maçônicas de letras que tem crescido
no Brasil nas últimas décadas, ao lado da Academia Maçônica Virtual Brasileira
de Letras (AMVBL), da Academia Brasileira Maçônica de Letras (fundada em 2023
em São Paulo, com 33 cadeiras) e da Academia Amazonense Maçônica de Letras
(AAML, fundada em 1980 em Manaus). O que
a distingue é a escala internacional no nome, a ausência de vínculo com
Potências, o funcionamento 100% virtual e o número maior de cadeiras (50,
contra 33 ou 40 das congêneres).
Este
aminus comemorativo realça o espírito já declarado na Ata de Fundação: o
presidente Helio Pereira Leite explicitou que a AIMI foi idealizada para
"formular ideias, discutir, debater, propor, sugerir, projetos e ações
para a maçonaria e para o Brasil", com a ambição de transformá-la num
"laboratório cultural e científico, de onde poderão surgir grandes
projetos destinados à melhoria, a modernidade, a racionalidade de atividades e
procedimentos, da Maçonaria no Brasil". As três virtudes – força, beleza e
sabedoria – são o tripé axiológico que traduz essa missão em termos acessíveis
e motivacionais, próprios da oratória maçônica.
A
AIMI, incontestavelmente, aspira felicidade – não a efêmera, que se esgota num
sorriso, mas a que nasce da consciência de que servir e o mais proeminente vetor
do progresso da humanidade. Ela expira protagonismos com toda a vivacidade do
termo: o protagonismo do confrade que levanta a voz em silêncio, do que escreve
quando o mundo pede apenas o silêncio, do que semeia sem esperar colher,
daquele que com a pena (alavanca) move o mundo pelo melhor dos caminhos.
Neste
toar, que os próximos meses sejam tão lepidamente fluentes quanto os vinte e
sete que já transcorreram. Que a Antologia Histórica, promessa ainda em
gestação, venha a lume e se faça testemunho. Que as plenárias bimensais sigam
reunindo vozes em torno da mesa virtual, onde a distância não seja barreira
intransponível, e sim convite – convite à pluralidade, ao diálogo, à fruição,
tendo sempre por lume: tornar feliz a humanidade pelo amor e pelo aperfeiçoamento
dos costumes.
Maranguape,
Ceará, 31 de Agosto de 2026
ACADEMIA
INTERNACIONAL DE MAÇONS IMORTAIS
Assessoria
Especial da Presidência
Cléber
Tomás Vianna
Diretoria
de Comunicação Social
Bruno
Bezerra de Macedo
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