sexta-feira, 10 de julho de 2026

SONETO DO CARA-LISA

 

Cara-lisa, de vergonha despida,

És insidioso hipócrita,

Rir-se do desgosto que provida,

Nada de bom incita.

 

De si, afugenta seus pares

Com torpe agência,

Fomenta todos os azares,

És social demência.

 

Contagiado do puro egocentrismo,

És anti-felicidade

Move-se com portentoso cinismo.

 

Cara-lisa de agir inapropriado,

Nenhum progresso traz,

És pérfido ódio inconformado.

 

Maranguape, Ceará, 10 de Julho de 2026 


Bruno Bezerra de Macedo, o Matuto do Carrasco

Jornalista – ACI nº 1789

Jornalista – CRP/MTE nº 0005168/CE


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