quinta-feira, 16 de julho de 2026

BRASIL NÃO É ILAÇÃO, É NAÇÃO ENSINANDO O MUNDO A SER GENTE

 


Há ilações talentosas criadas por cada etnia formadora da nação brasileira, todas as têm em farta oferta como forma de demonstrar seu respeito por esta imensa Terra, cujo formato cartográfico, observado com o amor que a ela TODO BRASILEIRO dedica, vê-se um coração.

 

Coração vivo e pulsante, que como o coração de mãe, jamais negou abrigo a quem lhe bate à porta, a quem lhe pede um "de comer", a quem desejar abrigar-se em seu colo. Um amor que impõe respeito, pois, ainda que tantas cores formem a cor brasileira, ela é respeitável. E única.

 

Sendo única é primaz, nada deve a ninguém! É filha dos méritos do povo que a (re)constitui todos os dias com seu respeito, seu amor e seu labor, valores que aquilatam o nome que ela ostenta como identidade daqueles ela adotou pra si. Que a erigem colossal com seu amor.

 

Dos Druidas aos Judeus, todos requerem a autoria do nome “Brasil”, como o querem pra si. Hy-Brasil (ou Brasil) é uma ilha fantasma da mitologia celta, descrita como uma terra circular, habitada por fadas e divindades, situada a oeste da Irlanda, visível apenas um dia a cada sete anos.

 

Para os celtas, simbolizava um refúgio de abundância, juventude eterna e alegria, contrastando com o clima frio e chuvoso da Irlanda.  Mesmo envolta em névoas protetoras, Hy-Brasil fez-se aparecida em mapas náuticos por quase 500 anos, firmando o ideal de “ilhas afortunadas”.

 

Apareceu em mapas europeus a partir de 1325 (cartógrafo Angelino Dulcert) e manteve-se em cartas náuticas até o século XIX. Desenhada como um círculo perfeito – manifestando a proteção universal, o infinito, a totalidade e a divindade – cortado por um rio ou estreito central.

 

Hy-Brasil vem do gaélico Uí Bhreasail (clã de Bresal) ou do semideus Breasal, grande rei mítico. Embora, haja ilações de que o nome esteja ligado ao corante brasil ou à árvore pau-brasil, servindo não só como marcador de rotas comerciais, mas de inspirador do nome do país “Brasil”.

 

Os Judeus, eleitos por si próprios ao posto de “Povo de Deus”, requerem a propriedade do nome “Brasil” crendo ser uma corruptela de Barzilai do aramaico antigo que significa (Homem de Ferro). Creem, ainda ser um acróstico formado das iniciais dos nomes das esposas de Jacó.

 

Um proposta auspiciosa da Confederação Judaica do Brasil e blogs alternativos, aludir que o nome venha de Barzilai, um personagem bíblico amigo do Rei Davi, ou do hebraico Barzel (ferro), associando-o à resistência do pau-brasil, porém, a ilação não está confirmada pela ciência.

 

Neste mesmo diapasão, a ideia de que BRZL (grafia antiga sem vogais) seja um acróstico das iniciais das quatro mulheres de Jacó (Bila, Raquel, Zilpa e Lia) é uma interpretação mística ou cabalística apresentada por Judeus apaixonadas por seu povo, mas, sem base filológica consolidada.

 

Sonhar todos podem, evidentemente, mas, para estabelecer-se requer coração, suor e lágrimas, pois, certificam o altruísmo de um povo constituído a partir da rica genética de várias nações que, além do “bom sangue” lhes deram a melhor “cor” para representar sua brasilidade manifesta.

 

Brasilidade, de brasa, devido à intensa cor avermelhada da madeira do pau-brasil, outrora abundante no litoral e valiosa na Europa para tingir tecidos. O corante extraído do tronco era chamado de brasil. Os indígenas tupis conheciam a árvore como Ibirapitanga, que significa "madeira vermelha".

 

Brasil é um luzeiro que aclara os caminhos de cada nação onde há nela um BRASILEIRO contribuindo para seu progresso. Brasileiro é respeito e nobreza onde quer que ele vá, pois, inova desde as ciências aos significativos avanços no agronegócio e na exportação de cultura e talentos.

 

Evoco o cientista Carlos Chagas que descreveu de forma inédita e completa a chamada Doença de Chagas, um marco histórico na medicina mundial. E o sanitarista Oswaldo Cruz que liderou campanhas que erradicaram a febre amarela e revolucionaram o controle de epidemias urbanas.

 

Denoto o Arquiteto Oscar Niemeyer que redefiniu a arquitetura moderna com o uso de concreto armado e linhas curvas, projetando ícones como a Sede da ONU em Nova York e a cidade de Brasília. E o brasileiro Alberto Santos Dumont, protagonista do voo com propulsão própria, o 14-Bis.

 

O Brasil sedia a Embraer, uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo. É, também, um dos pilares da segurança alimentar global, como maior exportador mundial de carne bovina e de frango, resultado de décadas de pesquisas focadas no aumento de produtividade no cerrado.

 

Notabilizado globalmente pela predominância de fontes renováveis (hidrelétrica, eólica, solar e biomassa) na geração de eletricidade e pelo uso consolidado de biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, o Brasil confirma-se como viril liderança na preservação da Amazônia.

 

Consciencioso, o Brasil atua como um regulador climático global e um sumidouro de carbono vital para o equilíbrio do planeta a partir do desenvolvimento de cadeias produtivas que valorizam os produtos da sociobiodiversidade envolvendo comunidades tradicionais na economia regenerativa.

 

Suprindo o mundo com o melhor capital humano, com destaque para as grandes comunidades de trabalhadores brasileiros na Europa e nos Estados Unidos, o Brasil manifesta a força de sua brasilidade. Na música, ritmos como a Bossa Nova influenciam o jazz e a música pop mundial.

 

Brasil e brasileiro se confundem e não se permitem desvelar quem fortalece a quem na manifestação da brasilidade que, a princípio, encanta para cativar a todos à manifestação do progresso, da felicidade e para o estabelecimento do melhor convívio entre todos os homens.

 

O fortalecimento mútuo entre Brasil e brasileiro ocorre através do conhecimento e resgate das memórias e tradições, incluindo a língua portuguesa variada e a produção cultural diversa, que é mister primevo assumido por arcádias como a Academia Internacional de Maçons Imortais.

 

Indubitavelmente, preservar as brasilidades é essencial para fortalecer a identidade coletiva, garantindo a saúde cultural, o sentimento de pertencimento e a inclusão social, inefáveis vetores que protegem a sociedade contra projetos de ódio e minimização da cultura nacional.

 

A identidade brasileira, ou brasilidade, construída histórica, social e politicamente pela diversidade de grupos culturais que formam esta nação única, valoriza suas raízes e permite um convívio social mais consciente, respeitoso e saudável, onde tal diversidade firma-se como riqueza humana.

 

Brasileiro, de BRASIL, é raça, é fé e, acima de tudo, é soberania conquista e estabelecida por aqueles que erguem da justiça a clava forte para defender a brasilidade cantante que aquece e ritma seus corações, mas também, para fazer reinar o justo, o pacífico e o belo a cada raiar do sol.

 

Maranguape, Ceará, 16 de Julho de 2026

 

ACADEMIA INTERNACIONAL DE MAÇONS IMORTAIS

Assessoria Especial da Presidência

Cléber Tomás Vianna

Diretoria de Comunicação Social

Bruno Bezerra de Macedo

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