Há
ilações talentosas criadas por cada etnia formadora da nação brasileira, todas as
têm em farta oferta como forma de demonstrar seu respeito por esta imensa
Terra, cujo formato cartográfico, observado com o amor que a ela TODO
BRASILEIRO dedica, vê-se um coração.
Coração
vivo e pulsante, que como o coração de mãe, jamais negou abrigo a quem lhe bate
à porta, a quem lhe pede um "de comer", a quem desejar abrigar-se em
seu colo. Um amor que impõe respeito, pois, ainda que tantas cores formem a cor
brasileira, ela é respeitável. E única.
Sendo
única é primaz, nada deve a ninguém! É filha dos méritos do povo que a (re)constitui
todos os dias com seu respeito, seu amor e seu labor, valores que aquilatam o
nome que ela ostenta como identidade daqueles ela adotou pra si. Que a erigem
colossal com seu amor.
Dos
Druidas aos Judeus, todos requerem a autoria do nome “Brasil”, como o querem
pra si. Hy-Brasil (ou Brasil) é uma ilha fantasma da mitologia celta, descrita
como uma terra circular, habitada por fadas e divindades, situada a oeste da
Irlanda, visível apenas um dia a cada sete anos.
Para
os celtas, simbolizava um refúgio de abundância, juventude eterna e alegria,
contrastando com o clima frio e chuvoso da Irlanda. Mesmo envolta em
névoas protetoras, Hy-Brasil fez-se aparecida em mapas náuticos por quase 500
anos, firmando o ideal de “ilhas afortunadas”.
Apareceu
em mapas europeus a partir de 1325 (cartógrafo Angelino Dulcert) e
manteve-se em cartas náuticas até o século XIX. Desenhada como um círculo
perfeito – manifestando a proteção universal, o infinito, a totalidade e a
divindade – cortado por um rio ou estreito central.
Hy-Brasil
vem do gaélico Uí Bhreasail (clã de Bresal) ou do semideus Breasal, grande rei
mítico. Embora, haja ilações de que o nome esteja ligado ao corante brasil ou à
árvore pau-brasil, servindo não só como marcador de rotas comerciais, mas de inspirador
do nome do país “Brasil”.
Os
Judeus, eleitos por si próprios ao posto de “Povo de Deus”, requerem a propriedade
do nome “Brasil” crendo ser uma corruptela de Barzilai do aramaico antigo que significa
(Homem de Ferro). Creem, ainda ser um acróstico formado das iniciais dos nomes
das esposas de Jacó.
Um
proposta auspiciosa da Confederação Judaica do Brasil e blogs alternativos, aludir
que o nome venha de Barzilai, um personagem bíblico amigo do Rei Davi, ou do
hebraico Barzel (ferro), associando-o à resistência do pau-brasil, porém, a
ilação não está confirmada pela ciência.
Neste
mesmo diapasão, a ideia de que BRZL (grafia antiga sem vogais) seja um
acróstico das iniciais das quatro mulheres de Jacó (Bila, Raquel, Zilpa e Lia)
é uma interpretação mística ou cabalística apresentada por Judeus apaixonadas
por seu povo, mas, sem base filológica consolidada.
Sonhar
todos podem, evidentemente, mas, para estabelecer-se requer coração, suor e
lágrimas, pois, certificam o altruísmo de um povo constituído a partir da rica
genética de várias nações que, além do “bom sangue” lhes deram a melhor “cor”
para representar sua brasilidade manifesta.
Brasilidade,
de brasa, devido à intensa cor avermelhada da madeira do pau-brasil, outrora
abundante no litoral e valiosa na Europa para tingir tecidos. O corante
extraído do tronco era chamado de brasil. Os indígenas tupis conheciam a árvore
como Ibirapitanga, que significa "madeira vermelha".
Brasil
é um luzeiro que aclara os caminhos de cada nação onde há nela um BRASILEIRO
contribuindo para seu progresso. Brasileiro é respeito e nobreza onde quer que
ele vá, pois, inova desde as ciências aos significativos avanços no agronegócio
e na exportação de cultura e talentos.
Evoco
o cientista Carlos Chagas que descreveu de forma inédita e completa a chamada
Doença de Chagas, um marco histórico na medicina mundial. E o sanitarista
Oswaldo Cruz que liderou campanhas que erradicaram a febre amarela e
revolucionaram o controle de epidemias urbanas.
Denoto
o Arquiteto Oscar Niemeyer que redefiniu a arquitetura moderna com o uso de
concreto armado e linhas curvas, projetando ícones como a Sede da ONU em Nova
York e a cidade de Brasília. E o brasileiro Alberto Santos Dumont, protagonista
do voo com propulsão própria, o 14-Bis.
O
Brasil sedia a Embraer, uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo. É,
também, um dos pilares da segurança alimentar global, como maior exportador
mundial de carne bovina e de frango, resultado de décadas de pesquisas focadas
no aumento de produtividade no cerrado.
Notabilizado
globalmente pela predominância de fontes renováveis (hidrelétrica, eólica,
solar e biomassa) na geração de eletricidade e pelo uso consolidado de
biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, o Brasil confirma-se como viril liderança
na preservação da Amazônia.
Consciencioso,
o Brasil atua como um regulador climático global e um sumidouro de carbono
vital para o equilíbrio do planeta a partir do desenvolvimento de cadeias
produtivas que valorizam os produtos da sociobiodiversidade envolvendo
comunidades tradicionais na economia regenerativa.
Suprindo
o mundo com o melhor capital humano, com destaque para as grandes comunidades
de trabalhadores brasileiros na Europa e nos Estados Unidos, o Brasil manifesta
a força de sua brasilidade. Na música, ritmos como a Bossa Nova influenciam o
jazz e a música pop mundial.
Brasil
e brasileiro se confundem e não se permitem desvelar quem fortalece a quem na
manifestação da brasilidade que, a princípio, encanta para cativar a todos à
manifestação do progresso, da felicidade e para o estabelecimento do melhor
convívio entre todos os homens.
O
fortalecimento mútuo entre Brasil e brasileiro ocorre através do conhecimento e
resgate das memórias e tradições, incluindo a língua portuguesa variada e a
produção cultural diversa, que é mister primevo assumido por arcádias como a
Academia Internacional de Maçons Imortais.
Indubitavelmente,
preservar as brasilidades é essencial para fortalecer a identidade coletiva,
garantindo a saúde cultural, o sentimento de pertencimento e a inclusão social,
inefáveis vetores que protegem a sociedade contra projetos de ódio e
minimização da cultura nacional.
A
identidade brasileira, ou brasilidade, construída histórica, social e politicamente
pela diversidade de grupos culturais que formam esta nação única, valoriza suas
raízes e permite um convívio social mais consciente, respeitoso e saudável, onde
tal diversidade firma-se como riqueza humana.
Brasileiro,
de BRASIL, é raça, é fé e, acima de tudo, é soberania conquista e estabelecida por
aqueles que erguem da justiça a clava forte para defender a brasilidade
cantante que aquece e ritma seus corações, mas também, para fazer reinar o
justo, o pacífico e o belo a cada raiar do sol.
Maranguape,
Ceará, 16 de Julho de 2026
ACADEMIA
INTERNACIONAL DE MAÇONS IMORTAIS
Assessoria
Especial da Presidência
Cléber
Tomás Vianna
Diretoria
de Comunicação Social
Bruno
Bezerra de Macedo
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