terça-feira, 14 de julho de 2026

SONETO DO SAPO CURURU

Sapo Cururu

Usurpa direito

Pérfido brucutu

Ages maldito

 

Nada te evade

Nem o sal

Não és virtude

Puro mal

 

Leviano homem

Rui o estabelecido

Torna-te aquém.

 

Farrapo amoral

Vícios dissemina

Mau colossal

 

Ente nefasto

Erros propaga

Eflui o injusto

Nada agrega

 

Insosso angu

Tudo fenece

Quem merece?

Sapo Cururu!

 

Maranguape, Ceará, 14 de Julho de 2026

 

Bruno Bezerra de Macedo, o Matuto do Carrasco

Jornalista – ACI nº 1789

Jornalista – CRP/MTE nº 0005168/CE


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