terça-feira, 31 de março de 2026

A INTERDEPENDÊNCIA FAZ GRANDES ÀQUELES QUE SE ABRAÇAM NUM SÓ PROPÓSITO

Falávamos ainda há pouco (31/03), Cléber Tomás Vianna – Assessor Especial da Presidência – e eu, sobre as vidas de Aarão e de Moisés, dos feitos libertadores que realizaram – que somente tiveram sucesso, exatamente, por que os praticaram conjuntamente – exemplando ao mundo e as gerações por vir a excelsitude e a mais valia da interdependência que há entre todas as coisas. Moisés foi o líder principal e mediador com Deus, mas, sentia insegurança em sua capacidade de oratória e convencimento. Aarão, seu irmão mais velho, foi designado por Deus para ser a "boca" de Moisés, comunicando as mensagens ao faraó e ao povo, agindo como intérprete e braço direito, exercendo juntos a mais veraz complementaridade.


Incontestavelmente, o exemplo arrasta muito mais do que as palavras possam fazer, além de Aarão, a narrativa de Êxodo 17 mostra que em momentos de batalha, Aarão e Hur sustentaram as mãos de Moisés para garantir a vitória, ilustrando que a sustentação da liderança é um trabalho coletivo. Essa parceria exemplifica que, diante de grandes desafios, a colaboração conjunta (interdependência) é mais eficaz e valiosa do que o esforço isolado, produzindo feitos que superam as limitações individuais. Essa "mais valia" que discutíamos ressoa muito com os desafios modernos. Em qualquer estrutura – seja na presidência e/ou na base da sociedade – a eficácia máxima só se manifesta quando reconhecemo-nos como elos de uma mesma corrente.


Reconhecer-se como "elos de uma mesma corrente" (visão relacional) leva a decisões que consideram o bem-estar dos outros, não apenas interesses individuais. Claramente, da união de diferentes habilidades e conhecimentos emerge a sinergia, filha da confiança mútua e ação conjunta – e colaborativa – entre diferentes níveis de uma estrutura (da base ao topo), que é fundamental para alcançar metas e aumentar a eficiência, seja em empresas, nas instituições, na sociedade e/ou na família. Como Moisés, imbuída na interdependência que semeia desde 31 de Maio de 2024, quando nasceu, a Academia Internacional de Maçons Imortais viça e prolifera aclarando o ocidente, enquanto ruma ao oriente, iluminando os caminhos daqueles que buscam a verdade.


Colorindo o obscurantismo com as belezas das artes que abraçou como sua mui bastante curadora. Felicitando as nações que, pouco a pouco, abraça com o encantamento que os saberes por si professados cativam. Irmanando os povos a partir da aculturação que anima os ideais de evolução e progresso para todos, avança a Academia Internacional de Maçons Imortais pioneira face as demais egrégias arcádias esparsas sobre o orbe terrestre, provando ao mundo que, onde reina a boa vontade e inventividade, cumpre seu desígnio de disseminar o saber galantemente, garantindo singular simbiose de experiências e conhecimentos muito mais proficientes e eficazes face ao pertencimento e interdependência que enseja.


Fulcrada na ordem, que num sentido mais amplo, envolve a sequência lógica, a classificação e a coordenação de elementos com base em relações definidas, visando harmonia, eficiência e funcionamento regular, a Academia Internacional de Maçons Imortais desvela o modus operandi das sociedades, além de como mantê-las em coesa harmonia e de como lidar com desafios como: a desigualdade, os conflitos e a evolução social. Sociologicamente, trata da maneira como indivíduos e grupos interagem e se organizam em uma sociedade, seguindo normas, valores e instituições compartilhados que garantem estabilidade, previsibilidade e coesão social. Sem ordem não há progresso. E onde não há progresso não germina a Maçonaria.


Ancorada no influxo da Maçonaria, a Academia Internacional de Maçons Imortais ergue-se como uma estrutura hierárquica e simbólica (sequência lógica, a classificação e a coordenação de elementos) que, ao longo destes 21 meses, a exemplo das corporações de pedreiros medievais, evoluiu para uma filosofia de vida voltada ao progresso humano, sob os auspícios da legitimidade. A legitimidade na ordem é o alicerce da convivência harmoniosa e democrática que oportuniza sua aceitação como justa, mesmo quando não é perfeita. Assim, sua legitimidade não é apenas um aspecto formal ou jurídico, mas uma manifestação política, ética e social, que envolve regularidade, justiça, transparência e responsabilidade diante da sociedade.


Pensando com Russell Kirk, a Academia Internacional de Maçons Imortais, preceitua que a ordem interior (exigida pelo esmero) é o alicerce para uma ordem social desejável, onde a autodisciplina, a ética e a estética se tornam antídotos contra a desordem e o niilismo da sociedade moderna, sendo fundamental para a manutenção da harmonia, estabilidade e bem-estar coletivo. Portanto, na esfera social e institucional, seu esmero se conecta com a ordem social como princípio organizador da convivência, firmando-se como um dever coletivo de construir uma sociedade justa, digna e funcional. Como diz seu Patrono-Mor Morivalde Calvet Fagundes, “a literatura constrói homens probos e, estes, são os tijolos de um mundo digno e feliz”.



Do confrades que a constituem – nacional e internacionalmente – a Academia Internacional de Maçons Imortais não exige um nível acadêmico específico, porém, neles valoriza a responsabilidade, a humildade, o senso de justiça e o desejo de contribuir para o bem comum, sinais claros de sua madureza, que não se trata, apenas, da apenas idade, mas, da perceptível maturidade de espírito, alinhada aos ideais de uma vida virtuosa regada à ética, alimentada pela sã moral e, claro, perfeitamente, (re)vestida pela arguta alteridade. Essa madureza é essencial para lidar com os rituais simbólicos, o sigilo e as responsabilidades interna e externamente, onde a tolerância e o respeito às diferenças são pilares erigidos pelos arquitetos da paz.


Ser um agente da paz é ser um farol de esperança e uma prova viva de que a harmonia é alcançável. As ações e comportamentos pacificadores oportunizam um mundo melhor, inspirando àqueles que observam tais agências a seguirem o mesmo caminho de respeito e compaixão, já que, agir pela paz não significa evitar confrontos, mas sim abordá-los com uma perspectiva diferente, sabendo que entre a felicidade e a sabedoria espiritual a felicidade exempla a paz, a justiça, a equidade, a compreensão mútua, estabelecendo a graça de uma vida plena. Por isso, Hélio Pereira Leite, presidente da Academia Internacional de Maçons Imortais, diz “que não devem os silogeus abster-se de temas ligados à justiça, à injustiça e às correntes ideológicas, etc”.


Hélio afirma que “é plenamente legítimo – e até desejável – que Academias Maçônicas de Letras promovam debates sobre justiça, ética e ideologias, desde que o façam sob a ótica acadêmica, filosófica e histórica. O que se espera não é a defesa de posições, mas a análise de ideias; não o convencimento, mas o esclarecimento; não a imposição , mas o diálogo”. A Academia Internacional dos Maçons Imortais tem seu membros como “seres pacificadores por excelência, pois, suas manifestação vão além de gostar da paz ou de viver em paz. São pessoas através de seus atos e atitudes promove mudanças profundas no meio em que vive e convive. Indivíduos que apresenta essa característica são: “bem-aventurado filho de Deus” – Mateus 5:9.


Não é toa, portanto, que a Academia Internacional de Maçons Imortais tenha como vetores para seu continuísmo e progresso as primícias da ORDEM. O (Organização): a capacidade de estruturar recursos, tempo e espaço para alcançar objetivos com clareza. R (Regularidade): a manutenção da constância e do ritmo nas ações, evitando a intermitência que prejudica o progresso. D (Disciplina): o cumprimento voluntário de normas e o domínio sobre os próprios impulsos em prol de um propósito maior. E (Esmero): a dedicação ao detalhe e a busca pela perfeição na execução de qualquer tarefa. M (Madureza): o equilíbrio emocional de seus membros e sua capacidade de assumir responsabilidades com consciência e discernimento.


Hoje, comemorando 21 meses de vida, a Academia Internacional de Maçons Imortais, festeja a interdependência, pois, ela permite que o coletivo alcance resultados que seriam impossíveis individualmente. Conscienciosa, a ela Imortais cultiva a verdadeira união a conecta a pessoas se conectam entre si por um objetivo compartilhado (um propósito), sustentando a si –oportunizadora dos feitos que manifestam cultura – e a elas, como homens de letras – que se dedicam ao estudo e produção de textos literários, a partir dos quais exercem influência intelectual e cultural. Uma arguta complementaridade em prol da defesa da língua (principalmente a materna), das artes e da cultura de cada pátria onde atua.


Maranguape, Ceará, 31 de Março de 2026


ACADEMIA INTERNACIONAL DE MAÇONS IMORTAIS
Assessoria Especial da Presidência
Cléber Tomás Vianna
Diretoria de Comunicação Social
Bruno Bezerra de Macedo



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