A
pedra do corisco é um símbolo de resistência, proteção energética e da crença
popular na força da natureza sobre o homem. Conhecida cientificamente como
fulgurito (quando formada pela fusão da areia pelo raio), ela simboliza a
materialização da energia divina ou celestial no plano terrestre. Por ser
associada ao impacto do raio (um evento súbito e poderoso), acredita-se que ela
ajude a despertar desejos e energizar objetivos pessoais.
No
folclore, há a crença de que, ao cair, o raio enterra a pedra a sete palmos ou
sete metros de profundidade, e ela "sobe" um palmo por ano até chegar
à superfície. Embora a lenda popular atribua a origem diretamente ao raio,
arqueólogos identificam muitas dessas pedras encontradas como machados de pedra
polida pré-históricos, que também carregam um valor cultural e de resistência, que
submetida à persistência e à paciência faz bom legado.
Assim,
a ideia de que "tudo cai do céu" é uma falsa esperança, sendo
preferível ter disciplina, constância e responsabilidade. O conceito de
"maná que caía do céu" (Êxodo 16) é usado para ilustrar o sustento
diário de Deus, mas mesmo esse relato ensina que o maná precisava ser recolhido
(trabalhado) diariamente, não acumulado. O prumo nos concita a não ficar parados
e a continuarmos trabalhando enquanto se aguarda o resultado (a sega).
O
vilipêndio à dignidade da pessoa humana – definido como o desprezo, humilhação
ou aviltamento do ser humano através de atos como tortura, trabalho escravo,
crimes sexuais ou objetificação – não produz "boas colheitas" de
forma direta ou ética, sendo um comportamento inaceitável e
inconstitucional. Por que devemos esperar que outrem cuide do que nos é
cabível de direitos, deveres e obrigações? Glorias não se terceirizam!
Há
algo mais glorioso do que “ter uma vida tranquila, cuidar dos seus próprios
negócios e trabalhar com as próprias mãos”. (1 Tessalonicenses 4:11)? Não! Pois,
nos compete combater o ócio e a fofoca; a exercer a honestidade, a gestão
financeira sábia e planejamento, servindo ao próximo com integridade. Cada um deve
se concentrar em suas próprias responsabilidades e manter-se em convívio feliz e
próspero.
O
trabalho e o cuidado com as finanças devem considerar o sustento da família e a
transmissão de um legado para futuras gerações, quem assim faz jamais se perde
em meios as ilusões da sociedade líquida que se move nesta contemporaneidade. “Quem
sabe faz a hora, não espera acontecer”, verso icônico da música "Pra Não
Dizer Que Não Falei das Flores", composta e interpretada por Geraldo
Vandré (1968) é um bem-vindo hino à atitude.
O
Brasil – a partir do povo que produz e não reclama, pois, cria soluções e não espera
a pedra de corisco – faz-se acontecer como “Potência Exportadora” há quase duas
décadas de labor intenso e profícuo, pois, possui motores próprios ligados ao
setor privado e a instituições de Estado que garantem a continuidade dos
índices. A alta nos preços internacionais de grãos e minério de ferro
impulsionam o PIB independentemente da gestão política.
A
pecuária brasileira em 2025 encerrou com faturamento recorde de R$ 506,7
bilhões, representando um crescimento de 12% em relação a 2024, impulsionado
pela valorização de 17,5% nos preços da carne bovina. O país consolidou-se como
o maior produtor e um dos maiores exportadores mundiais de carne, com alto
desempenho nas cadeias de carne bovina, suína e de aves, o que notabiliza o
aquecimento no mercado de trabalho.
A
agricultura brasileira em 2025 teve desempenho recorde com uma safra superou
341 milhões de toneladas, recuperando-se de problemas climáticos anteriores e registrando
um recorde de exportações com U$ 169bilhões e superávit de U$ 149,07 bilhões.
Com isso, o agronegócio contribuiu para a redução da inflação e para o
crescimento do PIB, com estimativa de expansão de 9,6% para o PIB do
agronegócio em 2026.
O
setor de serviços no Brasil manteve expansão em 2025, com crescimento
acumulado próximo a 3%, impulsionado pela digitalização, transportes e
logística, segundo Fecomercio - SP e Fenacor. O setor liderou a abertura de
empresas, concentrando 64% dos novos negócios no Brasil até novembro,
impulsionado por MEIs, o Ceará superou-se com alta de 26,4% na abertura de
novos empreendimentos, impulsionado pelo setor de serviços, conforme a JUCEC.
Em
2025, o setor de serviços consolidou-se como um dos principais pilares do
crescimento econômico brasileiro, com o volume de atividades do setor de
serviços em superou em 20% o nível pré-pandemia – o turismo 12,7% acima deste
patamar – registrando a mais longa sequência de crescimento, mesmo com pressões
no consumo familiar devido a juros elevados, destacaram-se: informação e
comunicação, transporte de cargas, logística e o turismo.
Em
um ano (2025) marcado por um recorde na abertura de novas empresas no Brasil,
totalizando 5,1 milhões de novos negócios, com o varejo de
vestuário e acessórios figurando entre as áreas mais procuradas por novos empreendedores.
O setor do comercio registrou um crescimento de 2,9% no ano,
superando as expectativas em um cenário de Selic alta - o e-commerce que faturou
mais de R$ 224 bilhões, obtendo crescimento superior a 10%.
A
maçonaria brasileira, em 2025, se consolida como o terceiro país com maior
número de maçons no mundo, totalizando cerca de 170 mil filiados ativos
neste ano; e continuou seu trabalho de união, realizando conferências (como o
Congresso GOSP 25: "Herdeiros da Luz") para planejar inovações
exequíveis. Campanhas coordenadas pelos maçons resultaram na arrecadação de
mais de 423 toneladas de alimentos para famílias necessitadas.
Em
novembro de 2025, realizou-se o 1º Congresso Brasileiro de Pesquisa Maçônica,
organizado pela Grande Loja Maçônica do Distrito Federal (GLMDF), em
parceria com a CMSB e a Confederação Maçônica Interamericana (CMI). O congresso
marcou um momento histórico para a produção de conteúdo maçônico no Brasil, com
foco no aprofundamento intelectual da Arte Real na sua constante busca por torna
feliz a humanidade.
A
felicidade é o labor mais excelso do homem alcançado somente pela
prática da virtude e pelo uso da razão. Não é um estado passivo, mas
uma atividade da alma ajustada à virtude ao longo de uma vida inteira, segundo
Aristóteles. Ela é o pleno desenvolvimento da natureza humana, o
"florescimento" através da excelência diária, portanto, jamais
terceirizada – delegada a outrem. A felicidade é resultado do trabalho
constante, maduro e consciencioso daqueles que a veem na evolução e progresso dos
seus iguais (da humanidade).
Somente
o feliz produz o melhor para o mundo, sustentam as pesquisas da Saïd Business
School da Universidade de Oxford e outras instituições, pois, mostram que
trabalhadores felizes são até 13% a 20% mais produtivos.
Formosura
da resistência, a felicidade é o dínamo da mais vivaz energia que anima o homem
na construção do povir mais aprazível e belo, onde a natureza humana encontra
ambiência para manifestar-se com exemplo de intelectualidade humana em sua
promoção constante da humanização do homem. A felicidade é, portanto, o
"fruto" (o resultado) do "labor" (o esforço/empenho). Não é
passiva; é "laborada" ou trabalhada diariamente.
Assim
como o trabalho físico transforma a matéria, o "labor pela
felicidade" envolve transformar dificuldades e emoções em aprendizado e
resiliência. Ela é uma construção ativa, onde o trabalho dedicado de cada um
cultiva os frutos da realização pessoal e da alegria. Não cai do céu, nem é
formada por nenhum efeito celestes como a pedra do corisco, porém, seu efeito contagiante,
cativa e motiva o progresso desde tempos imemoriais.

Estou muito honrado com suas sabias palavras, e ter vc como um grande irmão, de uma instituição tão séria que é a maçonaria, que me fez nascer de novo.
ResponderExcluirParabéns!
ResponderExcluirMeu irmão estou crescendo bastante com seus escritos, oxalá tivesse a Instituição mais irmãos dedicados a esclarecer os anônimos parabéns.
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