Porém, venceu-se uma batalha de uma guerra pela independência que não cessa. O Brasil ainda busca a autonomia em relação ao comércio internacional e a um parque industrial robusto, algo que a independência não garantiu de imediato. Mas, promovendo a diversificação de mercados e parceiros para suas exportações, aumentando o foco em produtos com maior valor agregado e buscando a eliminação de barreiras impostas a seus produtos no exterior o Brasil protagoniza seu destino sob o sol da independência. Independência que abençoada aos brasileiros com um mundo de oportunidades
Atualizando os fatos, a Agência Brasil reporta que a balança comercial brasileira fechou o mês de agosto último com superávit de US$ 6,133 bilhões, segundo divulgado ontem (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No mês passado, as exportações somaram US$ 29,861 bilhões, enquanto as importações ficaram US$ 23,728 bilhões. Com isso, a corrente de comércio de ficou em US$ 53,589 bilhões no mês passado. Com argucia avançamos com galharda honra ao prometido futuro de glórias.
Esta luta pela autônoma-soberania envolve, ainda, a criação de um mercado interno forte como plataforma de inserção internacional, a melhoria da infraestrutura, e a intensificação de acordos comerciais, além de buscar um papel mais equilibrado nas relações internacionais, afastando-se do unilateralismo e fortalecendo laços com países emergentes, ancorados no lume que estabelece e desenvolver contatos entre os governos de diferentes Estados: Diplomacia, humanidade, compaixão e desejo de fazer o povo brasileiro feliz.
Estilo glorioso de gestão praticado a bem do povo brasileiro por Leopoldina Carolina Josefa de Habsburgo-Lorena, filha do imperador Francisco I, arquiduquesa da Áustria e primeira esposa do Imperador Pedro I, portanto Imperatriz Consorte do Brasil. Exemplo que ensina replicando feitos e robustecendo a sabedoria de negociar, de convencer e de persuadir, pois, são pilares robustos na edificação de relacionamentos duradouros, através da apresentação transparente de argumentos e da criação de um terreno comum de evolução e prosperidade que orgulha e faz coesa a nação brasileira.
Cabe salientar que, além dos interesses comerciais, a diplomacia brasileira busca o estabelecimento de parcerias e a cooperação em diversas áreas, contribuindo para um desenvolvimento mais abrangente e sustentável, como, por exemplo: ranquear o Brasil como líder em economia verde, pois, tem potencial para liderar a economia verde, especialmente com sua vasta biodiversidade, e já que 49% de sua matriz energética é renovável, mas enfrenta desafios como o desmatamento e a desigualdade. Mas, enfrentar e vencer desafios é o estilo de vida dos brasileiros desde sempre erguendo da justiça a clava forte.
Portanto, por honra, reconhecimento e respeito, afirmamos que onde o capital humano do agronegócio brasileiro (do patrão ao peão e vice-versa) investe pecúnia e dedicação o faz consciencioso de como cumprir o dever de operar o crescimento do Brasil, pois, adota práticas sustentáveis, como a agricultura de conservação, o uso eficiente de água e bioinsumos, e a integração lavoura-pecuária-floresta, buscando mitigar impactos ambientais e reduzir o uso de recursos, pois, são agências de guarda do ecossistema Terra e de proteção da vida; a deles também. Onde não há vida, não pode haver progresso.
Com isto em foco, o Brasil desbrava fronteiras sempre, participando ativamente em organizações internacionais como as Nações Unidas e a OEA para abordar desafios comuns e promover objetivos compartilhados com outras nações. Nesse franco engajamento em organismos internacionais, promove seus interesses comerciais e busca alianças que fortaleçam sua posição no cenário global, sob o protagonismo de seus argutos diplomatas hábeis negociadores, empáticos in natura e loquazes defensores dos interesses brasileiros. O capital humano do Brasil se destaca onde quer que atue.
Embora a diplomacia não vetorize mais a independência do Brasil porque esta já foi alcançada e reconhecida, principalmente por Portugal através do Tratado do Rio de Janeiro em 1825, o papel da diplomacia continua a ser fundamental na construção da soberania e do desenvolvimento do país no cenário internacional, fomentando relações proveitosas, negociando soluções para desafios comuns e (re) adaptando-se às novas realidades, onde lume é sempre a autonomia e a felicidade da nação brasileira.
O relatório da ONU de 2025 mostra que o Brasil subiu 8 posições no ranking mundial da felicidade em 2025, alcançando a 36ª colocação, sendo o segundo país mais feliz da América do Sul, atribuído em parte à melhoria do bem-estar e da convivência social, apesar da sombra da desigualdade. O Relatório aponta, também, para uma melhora nos indicadores de suporte social e PIB per capita, levando o Brasil a subir na classificação, porém, o crescimento econômico, por si só, não garante a felicidade.
O crescimento econômico deve ser acompanhado por políticas públicas e iniciativas que promovam o bem-estar social e a saúde. A saúde mental e física é um fator crucial, assim como as interações sociais, o senso de comunidade, a coesão social e o bem-estar individual, como evidenciado pela pesquisa da Ipsos de 2025 que mostra o Brasil entre os países mais felizes, porém, com uma percepção negativa sobre a qualidade de vida, que somente se positiva a partir da manifesta generosidade. E ser generoso é a essência mais brava do brasileiro, que jamais foge a luta pelo bom, pelo justo e pelo belo.
O ato de ajudar os outros gerar um sentimento positivo no indivíduo, o chamado "warm glow". Com este brilho quente, o senso de pertencimento conecta grupos e/ou ambientes sob a égide da conectividade social, que é capacidade de interagir e promover a imersão propícia para que as pessoas o experimentem intensamente, o povo brasileiro constrói laços, fomenta a troca empática e a otimiza a sensação de mútua sinergia: maior apoio emocional, senso de segurança e harmonia social. Em harmonia com sua consciência e com os propósitos que firma os brasileiros criam os sustentáculos da identidade nacional.
A identidade de povo brasileiro desperta a compreensão de que o sucesso individual é dependente do sucesso de toda a coletividade e, isto, impele ao trabalho conjunto para alcançar o resultado desejado: nadar ou afundar juntos. É um pilar fundamental da aprendizagem e trabalho cooperativo, estabelecido na colaboração ativa, onde a troca de ideias e a discussão de diferentes pontos de vista estimulam competências de comunicação, trabalho em equipe e empatia, ao ouvirem e integrarem diferentes perspectivas, fitando o mais augusto dos bens: a felicidade que lastreia todo a prosperidade alcançada pelo Brasil, sempre, na perene luta por seu lugar dentre as grandes potências mundiais.
Neste afã, é justo distinguir independência de liberdade; enquanto a independência é a capacidade de autogestão, a liberdade se refere a um estado interior e de autonomia. Com também, perceber que a verdadeira maturidade, busca por uma nação, reside na capacidade de transitar entre a independência e a interdependência, sabendo quando ser autossuficiente e quando buscar apoio ou colaborar em comunidade. Onde há interdependência, existe um equilíbrio no relacionamento com os outros e com o mundo, disto brota a evolução, crescimento e felicidade em todos os campos do viver humano.
Para enfrentamento eficaz os desafios que emergem à nossa frente de si e a inauguração diuturna da madureza a que se obriga, o povo brasileiro tem no amor tanto uma ferramenta quanto um modus operandi, pois, ele oferece espaço para o crescimento mútuo, sem prender ou sufocar os indivíduos. O amor é um motor individual e a fonte de um sentido pessoal, com potencial para gerir desafios sociais. Fazer tudo com amor significa abordar as tarefas e interações diárias com empatia, reconhecendo o valor e a beleza mesmo nos menores gestos. O amor o identifica: HUMANOS.
Nesse toar, este ducentésimo terceiro ano da Proclamação da Independência, reaviva esta força encontrada na colaboração e na tomada de decisões compartilhadas praticadas no passado e, hoje, os brasileiros a manifestamos na forma de soluções ótimas para o crescimento econômico (interno e externo) e social do Brasil, pois, o povo brasileiro age junto para atingir estes objetivos mútuos, criando laços pessoais, profissionais e/ou institucionais mais fortes e resilientes que levam a nação brasileira a um ambiente mais equilibrado e seguro nacional e internacionalmente, onde a Ordem e o Progresso incitam a felicidade de sermos brasileiros. E ser brasileiro é o maior tributo auferido por este povo bravo, galante e vitorioso da América do Sul.
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